domingo, 19 de junho de 2011

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Comemoração dos 103 Anos de Canonização de São Clemente Maria

São Clemente Maria Hofbauer (Tasswitz, Morávia, 26 de dezembro de 1751 — Viena, 15 de março de 1820 conhecido também pelo seu nome moraviano de John Dvorák, foi um eremita, religioso e santo canonizado pela Igreja Católica.
Teve destacada atuação contra o estabelecimento de uma Igreja Nacional Germânica e contra o Josephinismo que queria o controle secular do Clero e da Igreja. É considerado o segundo fundador da Congregação do Santíssimo Redentor.
Hofbauer nasceu na festa de Santo Estevão era o nono dos doze filhos de Maria e Paulo Hofbauer. Foi batizado no dia seguinte, foi-lhe dado o nome de Hansl, ou John, pelo qual foi conhecido por mais de vinte anos até ingressar no eremitério e tomar o nome de Clemente.
Veio de uma família pobre, tinha poucas chances de ir para um seminário ou de ingressar numa ordem religiosa. Desde cedo começou a estudar latim o que fez até os 14 anos de idade. Impossibilitado de continuar estudando para o sacerdócio, dedicou-se a aprender uma profissão. Foi enviado para aprender a profissão de padeiro numa padaria em 1767. Em 1770 foi trabalhar numa padaria de um mosteiro Premonstratense, o mosteiro dos Monges Brancos em "Kloster Bruck". Nessa época os efeitos da guerra e a fome eram sentidos e muitos desabrigados procuraram o mosteiro por ajuda. Hofbauer trabalhou dia e noite para socorrer a gente pobre que batia à sua porta.
Foi beatificado pelo Papa Leão XIII em 29 de janeiro de 1888 e canonizado em 20 de maio de 1909 pelo Papa Pio X. É considerado padroeiro de Viena, por decisão do Papa Pio X, em 1914. Sua festa litúrgica é celebrada no dia 15 de março.
Amanhã dia 20 de maio de 2011 celebramos os 103 anos de canonização deste santo tão querido. Agradeçamos a Deus por tê-lo como nosso padroeiro que sempre intercede a Deus por cada um de nós devotos seus.

domingo, 8 de maio de 2011

O legado de J.P.II: o resgate da religião

30/04/2011
por Leonardo Boff
Nota: alguns grupos católicos de linha mais conservadora me fizeram pesadas criticas em razão da beatificação de JP II.


No dia 4/11/2005 por ocasião de sua morte escrevi o artigo que reproduzo como esclarecimento de minha posição como teólogo: LB


João Paulo II foi um homem de profunda fé. Creu em tudo o que perfaz a galáxia eclesial, dede a água benta, as relíquias, os santos, os lugares sagrados até a SS. Trindade.
A metafísica católica (a forma como os católicos entendem e organizam o mundo) é assumida em sua inteireza sem nenhuma restrição. Ele creu e assumiu aquilo que a Igreja diz que é sua função como Papa, descrita na primeira página do Annuario Pontificio:” bispo de Roma, vigário de Jesus Cristo, sucessor do príncipe dos Apóstolos, sumo pontífice da Igreja universal, patriarca do Ocidente, primaz da Itália, arcebispo metropolita da Província romana, soberano do Estado da Cidade do Vaticano e servo dos servos de Deus”.
O Papa subjetivamente incorporou este seu múnus. E o fêz com absoluta convicção e inteireza. Ajudou-o o carisma que recebeu de Deus: a sedução de sua figura imponente, atlética e irradiante. Ajudou-o o fato de ter sido ator e que, naturalmente e com “grazie” sabia produzir uma irresistível dramatização mediática com o gesto impactante e a palavra exata. E tudo isso a serviço da causa da religião. Há nele uma fortíssima condensação do religioso, do espiritual e do místico que transparece no rosto que ora se transfigura, ora se fecha em contemplação e ora se contorce em dor. Empunhava a cruz com solenidade e força com quem empunha uma lança de cavaleiro conquistador.
O importante não é a avalanche de documentos de toda ordem que deixou, ultrapassando mais de cem mil páginas. O grande discurso é sua figura. O que permanecerá na história é sua imagem carismática, ao mesmo tempo vigorosa e terna e profundamente religiosa. Qual é o seu legado? Ele mesmo. Qual o conteúdo deste legado: a religião.
O legado: ele mesmo como uma figura carismática que veio preencher um vazio sentido no mundo inteiro. Há uma orfandade de líderes carismáticos. Os que existem ou são belicosos ou burocratas do poder. Não há um Gandhi, um Luther King, um Che Guevara ou uma Madre Teresa. As massas sentem a carência de um Edipo benfazejo, de um pai com características de mãe, do qual derivam inspiração e direção para o futuro. João Paulo II apontou um caminho.
O conteúdo: o resgate da religião para a publicidade do mundo, como força de galvaniza massas e como poder político, decisivo na derrocada do regime soviético. Contra a tendência secularizante da modernidade que tornara a religião politicamente invisível, João Paulo II mostrou que ela parte essencial da realidade e que pode produzir paz ou guerras.
Podemos discutir a orientação que deu à religião, numa linha conservadora, doutrinariamente fixista e moralmente rígida. Mas não podemos negar a relevância do elemento religioso e místico na configuração da nova humanidade.
Não obstante todos estes valores positivos, um cristão crítico não deixa de se perguntar: esse Pontificado nos chamou para a essência do legado de Jesus que nos disse: “vos sois todos irmãos e irmãs, não chameis a ninguém de pai na Terra porque um só é vosso Pai, aquele que está nos céus; não vos façais chamar de mestres, porque um só é vosso Mestre, o Cristo”? Os verdadeiros adoradores não se encontram no grande espetáculo mediático mas quando “adoram o Pai em espírito e verdade”.Aqui outros são os critérios de avaliação.

sábado, 7 de maio de 2011

Jim Caviezel: Ser Jesus no filme A Paixão "arruinou minha carreira", mas não me arrependo

WASHINGTON DC, 05 Mai. 11 / 01:45 pm (ACI)

O ator norte-americano Jim Caviezel explicou que ter interpretado Jesus no filme A Paixão de Cristo "arruinou" sua carreira mas esclareceu que não se arrepende de tê-lo feito.
Em declarações ao Daily Mail, Caviezel de 42 anos explica como logo depois de ter interpretado o papel de Cristo no filme –em cuja filmagem foi atingido por um raio e deslocou um ombro em uma cena da crucificação– as portas de Hollywood foram fechando-se uma atrás da outra para ele. "Fui rechaçado por muitos em minha própria indústria", indicou.
Ante um grupo de fiéis em uma igreja em Orlando, Flórida, onde chegou para promover um livro em áudio da Bíblia, Caviezel -que se declara católico- comentou que era consciente de que isto podia acontecer e não se arrepende de ter atuado como Cristo. Mel Gibson, o diretor da obra, também o advertiu das conseqüências negativas para sua carreira se aceitava o papel.

"Disse-me: ´Você nunca voltará a trabalhar nesta cidade (Hollywood) e eu respondi: ‘Todos temos que abraçar nossas cruzes’. Jesus é tão polêmico hoje como sempre foi. As coisas não mudaram muito em dois mil anos", disse.

Caviezel, quem atuou em filmes como O Conde de Montecristo, Olhar de Anjo, e Além da Linha Vermelha era considerado antes da Paixão de Cristo como uma estrela ascendente em Hollywood, mas tudo mudou a partir da produção de 2004 que foi atacada ferozmente pelos meios seculares e pela poderosa Liga Antidifamatória Judia nos Estados Unidos que a considerou anti-semita.

Sobre Mel Gibson, Jim Caviezel comenta que "é um pecador horrível, não?, entretanto ele não necessita nosso juízo mas as nossas orações".

O ator afirmou também que sua fé o guia no âmbito pessoal e profissional. Por isso, não acredita que tenha sido uma coincidência que "aos 33 anos pedissem interpretar o papel de Jesus" e brincou sobre o fato de que seus iniciais (JC) fossem as mesmas que as de Jesus Cristo.

Em março de 2004, Jim Caviezel foi recebido pelo Papa João Paulo II com quem conversou durante uns dez minutos acompanhado por sua esposa e seus sogros. Esse mesmo mês, o ator concedeu uma interessante entrevista à agência ACI Prensa na que detalhou como o fato de ter interpretado Jesus transformou sua vida e fortaleceu muito sua fé.

Naquela ocasião disse: "esta experiência me jogou nos braços de Deus".

sábado, 16 de abril de 2011

Nunca se esqueça de Deus

1 -
'Deus não escolhe
pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.'

2 - 
'Um com Deus é
maioria.'

3 -
'Devemos orar
sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que  possamos ouvir a Deus.'

4 - 
'Nada está fora
do alcance da oração, exceto o que está fora
da vontade de Deus.'

5 -
'O mais importante
não é encontrar a pessoa certa, e sim ser
a pessoa certa.'

6 -
'Moisés gastou:
40 anos pensando que era alguém; 40 anos
aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus
pode fazer com um NINGUÉM.'

7 - 
'A fé ri das impossibilidades.'
8 -
'Não confunda
a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.

9 - 
'Não diga a DEUS
que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.'

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Hino “Veni Creator”, ao Espírito Santo, que foi cantado no dia de sua canonização em 20 de maio de 1909:
“Ainda não eram cinco horas da manhã, e a praça de São Pedro já estava superlotada. Às 6 horas foram abertas as portas da Basílica, enfeitada com grande pompa, para acolher até oitenta mil fiéis. Desde o teto até o pavimento estavam dispostas milhões de lâmpadas elétricas. Sobre as paredes, havia grande pinturas, que representavam os milagres de São Clemente e de São José Oriol, um espanhol, canonizado junto com o nosso Clemente.
Pontualmente às oito horas, apareceu a cruz e, atrás dela, todo o séqüito. Seguiam os superiores gerais e os procuradores de várias ordens religiosas, os capítulos das várias colegiadas e o da Basílica Lateranense; as congregações de vários ritos, magníficos estandartes das confrarias de São Clemente e de São José Oriol, duas divisões da guarda suíça; o cortejo de Sua Santidade; o coro pontifício, os penitenciários com a cruz, os abades com as mitras de linho e as capas, 250 arcebispos e bispos, 30 cardeais com as mitras de damasco e as capas, todos com velas acesas. Enfim, apareceu a figura, plena de benigna majestade, do papa Pio X, levado sobre a cadeira gestatória, com a tiara na cabeça e a capa magna.
O Santo Padre Pio X entoou o solene canto das Ladainhas de todos os Santos que a todos comoveu. Foi cantado o hino ao Espírito Santo Veni Creator. Após o canto, o Santo Padre, com a tiara na cabeça, proclamou santos os dois beatos: “Para a honra da Santa e indivisa Trindade, para a exaltação da Fé Católica e incremento da religião cristã, com a autoridade de N. Sr. Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa prévia deliberação madura, tendo invocado muitas vezes o auxílio divino, e com o conselho dos nossos Veneráveis Irmãos, decretamos e definimos que são Santos os Beatos confessores José Oriol e Clemente Maria Hofbauer, os inscrevemos no Catálogo dos Santos, determinando que a memória deles seja celebrada cada ano por toda a Igreja entre os confessores com piedosa devoção, no dia do seu nascimento para o céu, a saber, 23 de maio para Oriol e 15 de março para Hofbauer, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém”.
Hino “Veni Creator”, ao Espírito Santo
Vinde, Espírito Criador,
visitai as almas dos Vossos;
enchei de graça celestial
os corações que criastes!
Sois o Divino Consolador,
o dom do Deus Altíssimo,
fonte viva, o fogo, a caridade,
a unção dos espirituais.
Com os Vossos sete dons:
sois o dedo da direita de Deus,
Solene promessa do Pai
Inspirando nossas palavras.
Acendei a luz nos sentidos;
insuflai o amor nos corações,
amparai na constante virtude
a nossa carne enfraquecida.
Afastai para longe o inimigo;
Trazei-nos prontamente a paz
Assim guiados por Vós
Evitaremos todo o mal.
Por Vós explicar-se-á o Pai
E conheceremos o Filho;
Dai-nos crer sempre em Vós
Espírito do Pai e do Filho.
Glória ao Pai, Senhor,
Ao Filho que ressuscitou
Assim como ao Consolador.
Por todos os séculos. Amem

O DOMINGO DE RAMOS

O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
              O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica  imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
            Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.  
              Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
              O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Apóstolo de Viena

São Clemente Maria Hofbauer
Dentro de uma família muitos simples, nasceu na Áustria, no ano de 1751.

Perdeu muito cedo o seu pai, e foi educado por sua piedosa mãe que o dizia: “ Procurai andar sempre nos caminhos agradaveis a Deus”.

Vocacionado ao sacerdócio, com muito esforço estudou a filosofia e teologia. Após ordenado padre redentorista, foi para Alemanha.

Ali, seu objetivo religioso não era somente servir a sua congregação, mas a toda a Igreja local, a ponto de ajudar a sua diocese a se redescobrir como pólo evangelizador.

São Clemente contribuiu para o aparecimento de muitos conventos e asilos, sinais materiais da força do Evangelho.
Consumido na missão, aos 70 anos, partiu para sua recompensa: a glória de Deus.

sábado, 2 de abril de 2011

20 Razões porque sou Católico

- Veja e Estude.........Compare com outro artigo PORQUE NÃO SOU PROTESTANTE.........ACOMPANHE COM SUA BÍBLIA NA MÃO !!!


1) - A Igreja Católica tem como seu fundador o próprio Jesus Cristo e ela comprova a sua autoridade com a sucessão Apostólica (Mt 16,18-19). 
A Igreja Católica é governada segundo a forma Bíblica:
Bispos: (Atos 20,28) (Fl 1,1) (Tt 1,8) 
Presbíteros = anciãos: (Atos 15, 2-6) (Atos 15, 21) ( Atos 15, 18) (1Pedro 5, 1) 
Diáconos: ( Atos 6, 1- 6) 
2) - A Igreja Católica segue a advertência bíblica contra as divisões, cismas e sectarismo 
(Mt 12,25;16,18; Jo 10,16;17,20-23) ( Atos 4,32; Rom 13,13) 1 Cor 1,10-13; 3,3-4;10,17,11,18-19;12,12-27;14,33....) 
3) - A Igreja Católica está fundamentada na autoridade da Bíblia (Hb 4, 12-13; 2Tm 3, 16-17);
da Tradição, isto é, o conteúdo da doutrina cristã vindo desde o começo do cristianismo que
garante a continuidade da única e mesma mensagem de Cristo (2Ts 2, 15) (1Cor 11, 2) e do Magistério, isto
é, a palavra do Papa e dos Bispos unidos a ele (Mt 16, 19) (Lc 10,16). 
4) - A Igreja católica recebeu a missão de ensinar a verdade e cuidar da Sã doutrina (Mt 28,19-20 e Atos 2,42), e assim evitar o erro das interpretações particulares que provocam discussões e divisões. Ela é "coluna e sustentáculo da verdade" (1 Tim 3,15) 
5) - A Igreja Católica conservou a Bíblia com todos os livros do Antigo Testamento (46 livros),
conforme o uso dos primeiros cristãos e confirmado pelos Concílios regionais de Hipona (393)
Cartago III (397), Cartago IV (419) e Trulos (692). E, quanto ao Novo Testamento, inspirada 
por Deus, estabeleceu os 27 livros. Foi ela também quem dividiu a Bíblia em Capítulos e 
versículos para facilitar a sua leitura. 
6) - A Igreja Católica tem os sete sinais da graça de Deus, Os Sacramentos:
Batismo (Mt 28, 19)
Crisma (Atos 8,18)
Eucaristia (Mt 26, 26-29)
Reconciliação ou confissão (Jo 20,23)
Matrimônio (Mt 19, 3-9)
Unção dos enfermos: (Tg 5, 13-15)
Ordem (instituído por Jesus durante a última ceia, quando disse aos seus apóstolos na última ceia: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19) 


7) - A Igreja católica acredita que o batismo é necessário para receber a salvação (Mc 16,16), 
o perdão dos pecados, o Espírito Santo (Atos 2,38) e tornar-se membro da Igreja (Atos 2,41). 
8) - A Igreja católica continua a conceder o sacramento da Crisma do mesmo modo como no passado (Atos 8, 18), isto é, pelos bispos, sucessores dos apóstolos. 
9) - A Igreja católica crê na presença real de Jesus na eucaristia (Jo 6,51.53-56). Ela vive fielmente as palavras da última ceia: "Isto é o meu corpo, que é dado por vós... Este Cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22, 19.20). 
E ela cumpre na Santa Missa, o que manda São Paulo “Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Cor 11,26). 
10) - A Igreja católica mantém a prática de dar uma nova oportunidade de perdão dos pecados através do sacramento da penitência ou confissão, conforme a vontade do seu fundador (Jo 20, 21-23). 
Na Igreja Católica, os Sacerdotes receberam o poder de perdoar os pecados em nome de Deus. (Tiago 5,13-16) (Mateus 3, 4-6) (Neemias 9, 1-2) 
11) - A Igreja Católica professa ser o matrimônio indissolúvel, conforme o ensino de seu fundador (Mt 19,3-9). 
E ao mesmo tempo tem misericórdia e acolhe com amor aqueles (as) que passaram pela dura experiência da separação. 
12) - A Igreja católica continua o sacerdóccio instituído por Jesus Cristo na última ceia (Lc 22,14-20), e continuado desde a Igreja primitiva (Atos 6,6; 14,22; 1 Tm 4,14; 2Tm 1,6) até os nossos dias. 
13) - A Igreja continua a prática da unção dos enfermos para pedir a cura para espírito, alma e corpo, conforme ensino bíblico (Mc 6,13; 1Cor 12,9; Tg 5, 14-15) e a prática dos primeiros Cristãos passada de geração em geração até aos nossos dias. 
14) - A Igreja Católica venera a Virgem Maria conforme uma profecia bíblica (Lc 1,48) e a vontade do próprio Jesus (Jo 19,25-27). 
15) - A Igreja Católica professa quatro verdades fundamentais sobre Maria:
1º - Ela é a mãe de Deus (Lc 1,43)
2º - Permaneceu virgem antes, durante e depois de dar a luz ao Filho de Deus (Mt 1,16.18)
3º - Em vista do seu divino Filho foi concebida sem pecado (Imaculada Conceição) (Lc 1,28)
4º - Terminado o seu tempo na terra foi elevada ao céu em corpo e alma (Assunção) 
(Ap 12,1-14) 
16) - A Igreja Católica aceita a autoridade dos Concílios Ecumênicos realizados desde o início 
do Cristianismo (Atos 15), e no decorrer dos séculos foram definindo a doutrina Cristã

17) - A Igreja Católica crê na doutrina bíblica:
Do céu (1Cor 2,9; Ap 21, 3-4), 
Inferno (Mc 9,43-44)
Purgatório e no valor da oração pelos mortos (2Mac 12,39-45); 1Cor 3,11-15; Tb 12,12;
1Cor (15,29; 2Tm 1,16-18). 
18) - A Igreja Católica acredita na eficácia da intercessão da Virgem Maria e dos Santos, conforme o testemunho apresentado pela própria Escritura (Gn 18, 23-31; Ex 32, 11-14; Rom 1,9;
Tg 5,16), e o testemunho de Cristãos que atribuem as graças alcançadas à intercessão dos Santos. 
19) - A Igreja Católica crê na existência dos anjos, e também na eficácia do seu auxílio.
(Ex 23,20-23; Tb 3,25, Sl 90,11). 
20) – Na Igreja Católica acontecem centenas e centenas de milagres, onde a ciência, os comprovam como autênticos.

domingo, 20 de março de 2011

Quaresma: Jejuar do mundo

A Quaresma é um tempo no qual vivemos a tensão para encontrarmos o equilíbrio certo, o momento exato, a fórmula 'mágica' para vivermos a tríplice ordem – jejum, esmola e oração. Sabemos que a Igreja nos ensina várias modalidades para mergulharmos nesta intimidade com Jesus por meio desses atos. Porém, ela não fecha em uma forma exata, dogmatizada, sobre como devemos praticar o jejum, a esmola e a oração.

Assim, para encontramos a medida certa precisamos ser criativos, sobretudo no que diz respeito ao jejum. Clemente de Alexandria, em sua criatividade, nos ensinou a “Jejuar do Mundo”, ou seja, a nos afastarmos das situações rotineiras que não nos colocam em comunhão com Jesus. Essas modalidades são chamadas extracanônicas (cf., Estromatas, II, 15: GCS 15,242).

Para explicarmos isso melhor recorremos à proposta de "Jejum do Mundo" ensinada pelo Frei Ranieiro Cantalamessa – pregador da Casa Pontifícia, no livro "Preparai os Caminhos do Senhor".

Segundo ele existe um tipo de mortificação possível a todos e, acima de tudo, benéfica, que é o jejum das notícias inúteis e das imagens do mundo. O religioso afirma que vivemos em um mundo no qual a comunicação em massa nos bombardeia com notícias, informações, propagandas, imagens que corroem a nossa vida espiritual.

Essas informações e imagens, presentes na televisão, na publicidade, nos espetáculos, nos jornais, nas revistas, na internet tornaram-se o veículo privilegiado para a expansão da ideologia mundana, consequentemente nos afastam da união com o Senhor. Podemos constatar isso na nossa vida, sabemos o quão difícil é nos recolhermos para rezar em meio a tanto "barulho". Um exemplo claro disso é quando acabamos de nos "encher" de algumas informações e vamos rezar, parece que não "desligamos", ficamos pensando no celular que poderá tocar, na notícia que acabamos de receber, na fofoca que ouvimos ou falamos, daquela bendita música – secular, que não sai da nossa cabeça –, enfim, levamos em nosso coração todos aqueles emaranhados de notícias que acabamos de ouvir e ver.

Portanto, não é possível encher os olhos, a mente e o coração com essas imagens e informações e depois querer rezar.
Tempos Litúrgicos e festas

Podemos, dessa forma, em meio à rapidez das informações, dedicar nosso tempo gasto com a procura destas informações inúteis à oração, por intermédio do Jejum do Mundo, pois todo pequeno esforço pode se transformar em uma ocasião de encontro com Deus. Assim, desviando o nosso olhar da ilusão (cf. Sl 119,37), teremos acesso às notícias eternas, as quais somente os corações íntimos do Senhor podem ver.